Para recomendarmos as espécies nativas ideais para sua propriedade, precisamos conhecer a localização e características do seu terreno.
Realize análise química e física do solo para determinar pH, nutrientes e necessidade de correção. Recomenda-se coletar amostras em diferentes pontos da área.
Elimine plantas invasoras através de roçagem ou coroamento ao redor das mudas. Mantenha um raio mínimo de 50cm livre de competição.
Abra covas de 40x40x40cm. Misture terra com matéria orgânica (esterco curtido ou composto) na proporção 3:1. Adicione calcário se necessário.
Utilize espaçamento de 3x2m (linha x planta) para reflorestamento, resultando em aproximadamente 1.666 mudas/hectare. Varie com espécies de diferentes alturas.
Plante no início da estação chuvosa. Retire a muda do recipiente sem danificar as raízes. Posicione na cova e preencha com terra, compactando levemente.
Regue abundantemente após o plantio (10-20 litros por muda). Mantenha irrigação 2-3 vezes por semana no primeiro mês se não houver chuvas.
Visite a área mensalmente nos primeiros 6 meses, depois trimestralmente. Registre crescimento, sobrevivência e problemas observados.
Substitua mudas mortas nos primeiros 3 meses. Taxa de sobrevivência esperada: 80-90% no primeiro ano.
Certifique-se de estar em conformidade com a legislação ambiental local. Consulte o órgão ambiental do seu estado sobre: áreas de preservação permanente (APP), reserva legal, licenciamento e registro do projeto de restauração.
Registre e acompanhe suas áreas de reflorestamento. Os dados podem ser compartilhados com órgãos ambientais para comprovar conformidade.
Data de Plantio: 15/11/2025
Mudas: 832 mudas | Área: 0.5 ha
Espécies: Ipê-amarelo, Jatobá, Aroeira, Pequi, Cagaita
Última Vistoria: 10/02/2026 - Taxa de sobrevivência: 87%
Data de Plantio: 20/12/2025
Mudas: 1.250 mudas | Área: 0.75 ha
Espécies: Baru, Angico, Pau-terra, Sucupira, Copaíba
Última Vistoria: 05/02/2026 - Desenvolvimento satisfatório
Tire fotos georeferenciadas da área durante as vistorias. Isso facilita a comprovação do reflorestamento junto aos órgãos ambientais e pode ser útil para obtenção de créditos de carbono ou certificações ambientais.
Ajude a proteger nossa vegetação nativa! Reporte focos de incêndio ou espécies invasoras. Seus alertas ajudam brigadas de incêndio e pesquisadores a agirem rapidamente.
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Se o incêndio está fora de controle ou ameaça vidas, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros: 193
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Tire fotos da planta inteira, folhas, flores e frutos
Tire fotos de diferentes ângulos: planta inteira, folhas, flores/frutos. Isso ajuda pesquisadores a identificar a espécie corretamente.
Descrição: Incêndio de grande proporção próximo à área de reserva legal. Vento forte empurrando fogo na direção leste. Brigada acionada.
Reportado por: João Silva | Contato: (61) 99999-8888
Descrição: Infestação de capim-gordura em área de cerrado preservado. Planta está florescendo e começando a dominar a área. Requer remoção urgente antes da dispersão de sementes.
Reportado por: Maria Santos | Contato: [email protected]
Descrição: Foco de queimada controlada em área de aceiro. Produtor realizando manejo preventivo com autorização. Sem riscos.
Reportado por: Carlos Oliveira
Seu alerta foi registrado e será analisado pela equipe responsável. Agradecemos sua contribuição para a proteção do meio ambiente!
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Dados oficiais do INPE / PRODES Cerrado — monitoramento anual do desmatamento por supressão de vegetação nativa.
Fonte: INPE — Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | TerraBrasilis
Dados do MapBiomas — coleção anual de uso e cobertura da terra com resolução de 30 metros.
Fonte: MapBiomas — Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo no Brasil
O Cerrado não é apenas bioma — é território de vida, memória e resistência de dezenas de povos indígenas que habitam essa terra há milênios.
O Cerrado abriga mais de 80 povos indígenas, totalizando cerca de 70.000 pessoas distribuídas por toda a extensão do bioma. Entre os mais conhecidos estão os Krahô, Karajá, Xerente, Xavante, Bororo, Kayapó e os Guarani.
Esses povos vivem no Cerrado há mais de 12.000 anos e desenvolveram um profundo conhecimento sobre as plantas, animais, ciclos das chuvas e manejo do fogo — muito antes de qualquer ciência ocidental estudar o bioma. O fogo controlado, por exemplo, era (e é) usado como ferramenta de manejo da paisagem, favorecendo a regeneração de certas espécies.
O povo Krahô, que habita o norte do Tocantins, é reconhecido mundialmente pelo seu conhecimento de sementes nativas e por manter um dos maiores bancos de sementes comunitários do Brasil, com mais de 150 variedades de plantas tradicionais.
As expedições bandeirantes adentram o Cerrado em busca de ouro e escravização de indígenas. Goiás e Mato Grosso tornam-se centros de mineração. O impacto inicial é localizado, mas os povos nativos sofrem com doenças trazidas pelos colonizadores.
A transferência da capital federal para o coração do Cerrado acelera a ocupação humana. O governo promove a "Marcha para o Oeste", incentivando a migração de populações do Sul e Sudeste para o Centro-Oeste, com promessas de terras.
A EMBRAPA desenvolve tecnologias para tornar os solos ácidos do Cerrado agricultáveis. Com a calagem e adubação do latossolo, a região vira o celeiro do Brasil. Em apenas duas décadas, milhões de hectares de vegetação nativa são substituídos por soja, milho e pastagens.
A fronteira agrícola avança para o norte do Cerrado, na região conhecida como MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Essa área passa a concentrar o maior índice de desmatamento do bioma. Comunidades indígenas e quilombolas perdem terras para fazendas de commodities.
O Cerrado é o "berço das águas" do Brasil — nasce aqui o rio São Francisco, o Araguaia, o Tocantins e afluentes do Pantanal e Amazônia. Com o desmatamento acelerado, as nascentes secam e a recarga dos aquíferos diminui. O Aquífero Guarani, o maior do mundo, tem sua recarga comprometida.
Apesar de séculos de pressão, os povos indígenas do Cerrado continuam sendo os melhores guardiões do bioma. Estudos mostram que terras indígenas têm até 3x menos desmatamento que áreas equivalentes sem proteção. Programas de restauração florestal, bancos de sementes comunitários e etnoconhecimento ganham cada vez mais espaço nas políticas ambientais.
Menos protegido legalmente que a Amazônia, o Cerrado perde anualmente o dobro de vegetação nativa em comparação ao outro bioma. Apenas 8,6% do território está sob alguma forma de proteção oficial, muito abaixo dos 17% recomendados pela ONU. A luta dos povos indígenas pelo reconhecimento de seus territórios é, ao mesmo tempo, a maior estratégia de conservação do bioma.
Deslize para a direita (💚) nas espécies que você gostaria de ter na sua propriedade ou à esquerda (❌) para passar. Aprenda de forma divertida sobre a flora e fauna do Cerrado!
🏆 O Cerrado é considerado a savana mais biodiversa do mundo
Quando você terminar todas as 120 espécies, o deck será automaticamente reembaralhado para você continuar explorando!
Estas são as espécies que você selecionou. Considere incluí-las no seu projeto de reflorestamento!
Tire ou envie uma foto de uma semente e nossa inteligência artificial identificará a espécie, fornecendo informações sobre plantio e cuidados.
Este recurso utiliza inteligência artificial para reconhecer sementes de espécies nativas do Cerrado. Funciona melhor com fotos claras e bem iluminadas!
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Nome Científico
Fotografe com boa iluminação natural, evitando sombras fortes sobre a semente.
Use um fundo liso e de cor clara (branco, bege) para destacar a semente.
Mantenha a semente no centro da foto, com foco nítido. Não muito longe, nem muito perto.
Limpe a semente antes de fotografar para facilitar a identificação das características.